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terça-feira, 1 de junho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Nova tecnologia que permite criar chuva

"O laser ioniza as moléculas de oxigénio e nitrogénio ao redor do feixe de luz, formando um "canal de plasma" de moléculas ionizadas que servem para a condensação da água.
O trabalho começou porque os investigadores achavam muito difícil medir os resultados dos métodos já utilizados para criar precipitações. A técnica de semear as nuvens usando iodeto de prata não é considerada ideal, pois pode ser prejudicial ao meio ambiente.
Em 2008, a equipa já havia usado lasers para disparar cargas eléctricas nas nuvens - e os cientistas começaram a questionar-se: se criar raios é possível, não seria também fazer chover?
Para testar a ideia, usaram uma câmara de laboratório e dispararam pequenos pulsos de laser infravermelho em condições de baixa temperatura e alta humidade (230%). Um segundo laser de menos força foi usado para iluminar a câmara e permitiu que os cientistas observassem o que estava a acontecer, medindo as gotas de água produzidas.
A equipa descobriu que, depois de o laser ter sido disparado, formaram-se de imediato 50 micrómetros de água no canal de plasma, criando uma mini-nuvem linear. Três segundos após o disparo, as gotículas agruparam-se formando nuvens de 80 micrómetros O volume total de água condensada na câmara aumentou em 50% e a nuvem pôde ser vista a olho nu.
A técnica também foi testada ao ar livre, com o laser a ser disparado no céu de Berlim em diferentes noites com condições de humidade distintas - e os resultados, embora não tão visíveis como em laboratório, já foram muito satisfatórios.
É preciso realçar que esta pesquisa, publicada na Nature Photonics ainda é inicial, e tem avançar muito - uma vez que, por enquanto, a condensação só acontece no canal de plasma. O próximo passo é aplicar o laser em áreas maiores. Ainda também são necessários ajustes no foco, comprimento de onda e duração do pulso.
A pesquisa que pode vir um dia a tornar real um velho sonho da Humanidade - fazer chover quando e onde é necessário - está a ser desenvolvida por cientistas de universidades alemãs, suíças e francesas."
Será este um indicador de que estamos no bom caminho para acabar com a escassez de água e as mortes por ela causadas no Mundo?
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Osso artificial esponjoso abre grandes perspectivas para transplantes ósseos

Não só os ortopedistas estão eufóricos, mas todas as especialidades médicas compartilham dessa euforia. Afinal, criar ossos verdadeiros a partir de ossos artificiais não é daquelas realizações absolutamente previsíveis e que se dão a curtos intervalos de tempo. Foi necessária muita pesquisa, trabalho árduo e a inteligência de um grupo de pesquisadores japoneses para desenvolver um osso artificial esponjoso.
Algumas das características do novo material são surpreendentes: trata-se de um osso que pode ser cortado com uma tesoura. Pode deslocar-se com facilidade no interior do corpo e fixar-se ao tecido ósseo existente, a fim de facilitar o nascimento (algumas vezes em poucos meses) de um novo osso. Esse, agora, verdadeiro!
Feito de cristais de hidroxiapatita (fosfato de cálcio) e de colágeno, o osso artificial esponjoso poderá libertar os doentes da dor provocada por um transplante ósseo. Todo o desenvolvimento do novo osso foi realizado numa colaboração entre a Pentax (fabrica japonesa de equipamentos de precisão) e algumas universidades.
Segundo o porta-voz da fábrica um osso de dois centímetros transplantado no corpo de um cão, em três meses deu lugar a um osso verdadeiro.
Acrescenta o porta-voz: "Como o tecido ósseo possui um metabolismo em constante evolução, um novo osso cresce no lugar do osso artificial esponjoso (...) até o destruir". Actualmente são utilizados ossos artificiais, feitos de material cerâmico. Contudo, tais ossos carecem de uma propriedade química, que se constitui na principal característica do novo material. Contrariamente a este, não desaparecem em proveito dos ossos verdadeiros!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Investigadores da UTAD desenvolvem novas tecnologias para a vinha

Próximo iPhone encontrado num bar

2010-04-20
Luís Pedro Carvalho
Os sites sobre tecnologia viveram, nos últimos dias, momentos de alvoroço. Um engenheiro da Apple terá perdido um protótipo do novo iPhone, que foi parar às mãos de um dos maiores blogues de tecnologia do Mundo. A Apple já pediu a devolução do aparelho.
No fim-de-semana começaram a surgir algumas fotos de um eventual novo iPhone. Como sempre, surgiram pessoas a afirmar que as imagens seriam verdadeiras e outros a dizer que tal não seria possível. Tudo isso ficou para segundo plano quando o site Gizmodo lançou a bomba: tinha em mãos um protótipo do novo iPhone, que um jovem engenheiro da Apple terá deixado esquecido num bar de Redwood City, nos EUA. A oportunidade de ter em mãos o novo iPhone custou cerca de 3 mil e 700 euros, revelou Nick Denton, presidente da empresa proprietária do site.
Envolto numa capa do iPhone 3GS, o modelo actual do telemóvel, o aparelho foi encontrado por um homem que terá tentado contactar a Apple para o devolver, conta o Gizmodo. A Apple terá ignorado os contactos e novo iPhone tem agora direito a uma análise de hardware no blogue. O telefone terá sido bloqueado remotamente através de um serviço online da Apple, pelo que não é possível aceder ao software.
Apesar das fotografias e vídeos mostrarem que as peças estavam identificadas com o nome Apple, ainda restavam algumas dúvidas. Será que uma empresa tão ciente do secretismo iria deixar que um protótipo de um novo produto fosse deixado à mercê de qualquer um?
As dúvidas foram desfeitas esta terça-feira: o director editorial do Gizmodo, Brian Lam, recebeu um e-mail de Bruce Sewell, um dos vice-presidentes da Apple a pedir que o aparelho fosse devolvido. “É a prova de que isto é real”, afirma Brian Lam, apesar de não ser possível confirmar que o modelo encontrado corresponde ao novo iPhone ou se será apenas um teste a novas tecnologias a implementar no futuro.
Esta não é a primeira vez que um protótipo Apple foi perdido, mas é a primeira em que o objecto chega ao conhecimento público com tanta antecedência e de forma tão cabal. De acordo com o “Apple Unofficial Weblog”, esta é “a maior fuga de informação de todos os tempos de um produto Apple”.
A marca de Cupertino é conhecida pelo secretismo e correm pela Internet muitas informações, mais ou menos romanceadas, de como funcionarão as instalações de produção da Apple. Os vários sites dedicados a rumores da marca referem que os novos produtos são montados sob a cobertura de lençóis e que existem salas de acesso restricto, onde apenas podem entrar duas ou três pessoas quando a luz indicadora de “protótipo à vista” está ligada.
Antes do lançamento do iPhone 3GS, um trabalhador da empresa chinesa que produz equipamentos para a Apple perdeu um protótipo e acabou por se suicidar, alegadamente pela pressão causada pela lei de secretismo que abrange os colaboradores e empresas que trabalham com a marca norte-americana.
Um episódio mais recente prende-se com o lançamento do iPad. O presidente da editora McGraw-Hill, no dia anterior ao lançamento do mais recente gadget da Apple, revelou na televisão que estava a trabalhar “há muito tempo” com a empresa tecnológica norte-americana no iPad e seria um “tablet fantástico”. Não se sabe com certeza o que aconteceu, mas a McGraw-Hill não foi mencionada na apresentação do “tablet”, quando outras cinco editoras foram apresentadas como parceiras, e os sites de rumores associaram o facto às declarações do seu presidente.
